quinta-feira, 19 de março de 2026

Pesquisa de Satisfação da TI 2025: participação do funcionalismo é essencial


O Banpará está realizando uma Pesquisa de Satisfação com a TI do Banco – Ciclo 2025, um instrumento importante para avaliar a qualidade dos serviços tecnológicos oferecidos aos funcionários (as) na condução de suas atividades. 

A AFBEPA recomenda que é de fundamental importância que todos (a) participem. A nossa Associação tem percorrido as agências e acompanhado de perto o desgaste enfrentado pelos empregados (as), especialmente no atendimento ao público, onde falhas e limitações tecnológicas( com APP, acesso à Internet e sistemas) têm gerado insatisfação dos clientes e pressão direta sobre os trabalhadores (as).

Responder à pesquisa é uma forma concreta de dar visibilidade a essa realidade e contribuir para melhorias efetivas nas condições de trabalho.

A participação de cada empregado (a) faz diferença.

 Participe!

UNIDOS SOMOS FORTES
A DIREÇÃO DA AFBEPA

quarta-feira, 18 de março de 2026

AFBEPA na estrada fortalece a consciência de classe e mobiliza para a nossa campanha salarial

Kátia Furtado e os associadas (os) da Ag. Tucuruí 


Na estrada, onde o Pará pulsa com mais intensidade, a Associação dos Funcionários do Banco do Estado do Pará reafirma o seu papel: a proximidade com quem, de fato, sustenta o Banco todos os dias. Entre terça e quarta-feira, a nossa entidade esteve nas agências de Moju, Tailândia, Breu Branco, Tucuruí, Goianésia e Jacundá, conversando diretamente com os empregados e empregadas sobre a campanha salarial deste ano.

Mais do que visitas, esse movimento tem um objetivo claro: lembrar a cada trabalhador(a) o seu lugar nessa relação. Quem está na base é empregado(a). Não é direção, não é acionista, não é banqueiro. E é justamente por isso que cada um(a) precisa estar consciente do seu papel, dos seus direitos e da sua força coletiva.

A campanha salarial não pode ser vista como algo distante ou burocrático. Ela impacta diretamente as nossas vidas e de quem depende do nosso salário para viver. Sustentar uma família e enfrentar o custo de vida que só aumenta, está custando caro, e isso vem se alterando a cada dia. 
Quando não há ganho real, quem perde é o funcionário(a) e quem depende do seu salário para viver.

CHEGA DE GANHO REAL HUMILHANTE E DEGRADANTE!

A nossa AFBEPA tem reforçado, em cada agência visitada, que valorização não pode ser confundida com discurso bonito. Valorização de verdade aparece no contracheque, nas condições de trabalho e no respeito diário. E isso só avança quando há mobilização.

Em um cenário em que a tecnologia, muitas vezes, mais dificulta do que ajuda, é o atendimento humano que sustenta a relação com o cliente. São os funcionários e funcionárias que se desdobram, contornam falhas e garantem que o Banco continue de pé diante das insatisfações geradas por sistemas e equipamentos que não acompanham as demandas das agências e PABs.

Durante a agenda, a doutora Ana Carolina Albuquerque, do Escritório Tuma e Torres, que integra a assessoria jurídica da AFBEPA, também, está presente, orientando os trabalhadores (as) sobre as ações coletivas conduzidas pela nossa Associação e Processos Administrativos Disciplinares. 
Todas essas iniciativas são pautadas na defesa dos nossos direitos e reforçam o compromisso da nossa entidade, que não se submete, não se curva e vai lutar sempre por mais direitos e melhorias.

Negociação é o momento em que se colocam, frente a frente, interesses diferentes. De um lado, a gestão da empresa. Do outro, os trabalhadores(as). Ter clareza disso é essencial para que a nossa categoria não se iluda e não aceite menos do que merece. Nós não somos patrões, somos empregados (as).

 Ao percorrer o sudeste paraense, a AFBEPA também constrói unidade. E unidade, nesse contexto, não é apenas palavra de ordem: é ferramenta política. É ela que sustenta a força coletiva necessária para avançar nas mesas de negociação e evitar que pautas essenciais sejam esvaziadas.

Entre estradas, conversas e mobilização, a mensagem é direta: ninguém vai defender melhor o empregado (a) do que ele mesmo, junto com toda a categoria. A AFBEPA segue presente, mas a força real está na consciência de cada trabalhador (a) sobre quem ele é nesse processo e o que precisa defender.

Confira as fotos: 

Ag. Tucuruí 



Ag. Breu Branco




Ag. Jacundá 



Ag. Tailândia 





Ag. Goianésia 



Ag. Moju

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sexta-feira, 13 de março de 2026

AFBEPA VÊ NAS UNIDADES O DESCASO COM AS CONDIÇÕES DE TRABALHO DOS EMPREGADOS

Presidenta Kátia Furtado e os associados (as) da Ag. Maracanã 


A semana se encerrou com novas paradas no nordeste do Pará. A nossa AFBEPA esteve na quinta e sexta-feira em Ourém, Maracanã, Marapanim, Magalhães Barata e Inhangapi. Cada visita confirma algo que só pode ser visto de perto: a realidade concreta das agências.

Em várias unidades, o Banpará tem deixado de cumprir o básico do básico. Falta gente para dar conta da demanda, faltam condições adequadas de trabalho e, em alguns casos, falta até estrutura mínima para que o atendimento aconteça com dignidade.

Há cadeiras quebradas. Clientes sentando e caindo por conta da situação de longarinas imprestáveis. 
Equipamentos de computador e leitora ultrapassados.
E um problema que se repete em mais de um município: a internet não funciona a contento.

Quando isso acontece, não é apenas um sistema que para. Negócios deixam de ser fechados, atendimentos são interrompidos e a economia local sente o impacto. Quem está na linha de frente precisa explicar ao cliente que a operação não pode ser concluída, não por falta de esforço, mas por falta de estrutura que funcione.

É um retrato que diz muito.

Porque, enquanto os banqueiros e o Governo se beneficiam do trabalho realizado em cada cidade do nosso Estado, ainda há unidades operando com limitações que não deveriam existir.

E isso nos leva a uma reflexão inevitável.

Se a realidade nas agências exige cada vez mais adaptação, esforço e responsabilidade do funcionalismo, por que a valorização salarial oferecida insiste em ser tão pequena?

Este não é um ano para reposições tímidas.

Não é ano para percentuais simbólicos.
Não é ano para acordos que apenas simulam um avanço.

O momento exige algo maior: ganho real de verdade.

Ganhos que dialoguem com o custo de vida.
Ganhos que reconheçam o peso das responsabilidades assumidas todos os dias.
Ganhos que respeitem quem está na linha de frente do Banco em cada cidade do Pará.

Nos últimos 18 anos, sempre que o funcionalismo do Banpará conquistou mais melhorias econômicas nos acordos, isso ocorreu porque a nossa AFBEPA esteve presente lutando, se posicionando e sem abaixar a cabeça para defender os nossos interesses.

A nossa Associação encerra esta etapa da agenda com uma convicção ainda mais clara: a campanha salarial de 2026 precisa ser construída com muita LUTA E CORAGEM.

Sem maquiagem.
Sem dourar a pílula.
Sem aceitar pouco quando a realidade pede mais.

Confira as fotos:

Ag. Maracanã 

Ag. Ourém



Ag. Marapanim 



Ag. Magalhães Barata


Ag. Inhangapi


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Entre distâncias e sobrecarga: AFBEPA volta ao Marajó para ouvir quem mantém o Banco de pé

Denison Martins, diretor da Afbepa, e os colegas da Ag. Breves.

No Marajó, as distâncias dos rios não se mede em quilômetros, mas em horas de travessia. Entre um município e outro, o caminho é feito pelos rios largos da Amazônia, onde o tempo corre no ritmo das embarcações. Foi nesse cenário que a AFBEPA voltou à região para ouvir de perto o funcionalismo do Banpará.

A entidade esteve, durante esta semana, nos municípios de Breves, Afuá, Gurupá e Chaves, em uma agenda marcada por longas travessias entre cidades e pela escuta atenta de quem trabalha em uma das regiões mais desafiadoras do Estado.

A presença da nossa Associação não é protocolar. No arquipélago, as equipes são reduzidas, o volume de trabalho cresce e a realidade de sobrecarga é constante, ainda mais em um contexto onde o Banco atua, principalmente, como agente social. Ouvir esses trabalhadores (as) é parte de um compromisso: levar suas vozes para o centro do debate sobre condições de trabalho e valorização salarial da nossa categoria.

Os números do setor bancário ajudam a dimensionar o problema. Nos últimos dez anos, os afastamentos por transtornos mentais entre bancários cresceram 168%, passando de 5.411 casos em 2014 para 14.525 em 2024, segundo dados do INSS. Ao mesmo tempo, mais de 88 mil postos de trabalho foram eliminados no sistema financeiro, ampliando a pressão sobre quem permanece nas agências, como é o caso do Banpará que está em todos os Municípios onde nenhum outro Banco quer estar.

Pesquisas sobre o setor também indicam que metas agressivas, ritmo intenso, cobranças grosseiras e equipes reduzidas têm relação direta com o adoecimento da categoria, cenário que especialistas classificam como uma crise de saúde mental no trabalho bancário.  

É nesse contexto que a nossa AFBEPA percorre o nosso Pará, com dimensões continentais. Além de ouvir relatos e compreender a realidade das agências, a nossa Associação também tem levado esclarecimentos sobre a nossa campanha salarial, que se aproxima.

Mais do que uma agenda institucional, as visitas reafirmam um princípio: nenhuma campanha se constrói de gabinete. Ela nasce onde o trabalho acontece, nas agências, ouvindo e vendo o dia a dia dos empregados (as) do Banpará. O jogo de cintura que é feito para manter os clientes fidelizados, em que pese as dificuldades com a tecnologia e a falta de estrutura de pessoal. 

 ESTRUTURA DE PESSOAL DEFICIENTE

Em Gurupá, apenas 03 funcionários (sendo 1 adido) e, em Chaves, são 3, sendo que a estrutura é de 7. Falta contratação urgente, Banpará! A sobrecarga está adoecendo quem está.

 2026- ANO DE LUTA POR SALÁRIOS
 
Em 2026, ano de campanha salarial, o recado é claro entre os trabalhadores (as) ouvidos nas margens dos rios do Marajó: será um ano de unidade, coragem, mobilização e luta por respeito e valorização salarial para quem mantém o Banco funcionando todos os dias, mesmo quando o caminho até o trabalho começa com uma travessia sobre as águas.

Confira as fotos:

Ag. Breves 


Ag. Gurupá

Ag. Afuá
Ag. Chaves



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quinta-feira, 12 de março de 2026

ATITUDE GERENCIAL NA AGÊNCIA CAPANEMA CELEBRA O DIA DAS MULHERES



Uma ação simples, mas cheia de significados, marcou a celebração do Dia Internacional das Mulheres na agência do Banpará de Capanema. O gestor da unidade promoveu um momento de cuidado e autocuidado dedicado às funcionárias e, também, às trabalhadoras terceirizadas, que participaram de uma tarde especial voltada ao reconhecimento da presença feminina no meio ambiente do trabalho.

A programação contou com uma conversa sobre beleza e bem-estar conduzida por uma consultora da marca Mary Kay, além de flores, kits de produtos e um lanche preparado para o momento de confraternização. O gesto foi recebido com alegria e entusiasmo pelas participantes, que destacaram o clima de satisfação e carinho vivido na agência.

No Brasil, as mulheres representam cerca de 43% da força de trabalho, segundo dados da PNAD Contínua do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).  

Apesar dessa presença expressiva, os desafios ainda são muitos. Estudos do Ministério do Trabalho e Emprego indicam que as mulheres ainda recebem, em média, 20,9% menos que os homens, em empresas com mais de 100 empregados.  

Nesse contexto, ambientes de trabalho que cultivam respeito, cuidado e reconhecimento tornam-se ainda mais importantes. Pequenas atitudes no dia a dia ajudam a construir espaços mais equilibrados, acolhedores e produtivos.

A experiência vivida na agência de Capanema, mostra que o gestor reconhece a importância de celebrar a presença das Mulheres no ambiente do trabalho. E deixa um recado importante: reconhecer o papel das mulheres no mercado de trabalho não deve acontecer apenas em datas comemorativas, mas como parte permanente de uma cultura de Gestão Empresarial Humana e de Respeito.


Confira as fotos: 

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DECLARAÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA 2026: ASSOCIADO(A) JÁ PODE SOLICITAR O DEMONSTRATIVO DA UNIODONTO



A nossa Afbepa informa que já está encaminhando para os nossos associados (as) os Demonstrativos de valores pagos para Uniodonto em 2025, que serão declarados no Imposto de Renda de 2026. Quem preferir, pode solicitar também, a resposta será dada em até 48h.

E se caso o Associado (a) tenha pressa e necessitar urgente desses dados, deve entrar em contato com a Afbepa pelo e--mail: afbepa.ban@bol.com.br ou pelo nosso whatsapp (91) 99247-6774. 

Pedimos ao nosso Associado (a) que não deixe para solicitar perto do prazo final estabelecido pela Receita Federal. Estamos à disposição para quaisquer dúvidas.

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quarta-feira, 11 de março de 2026

QUEM MOVE O BANCO NÃO ACEITA MIGALHAS

Presidenta Kátia Furtado e uma parte dos Associados (as) da Ag. Capitão Poço


Antes de o sol nascer, o expediente já começou para muitos empregados (as) do Banpará.
Há quem atravesse estradas, quem more em uma cidade e trabalhe em outra, quem deixe casa, filhos e rotina para garantir que a agência esteja aberta, que o comércio funcione, que o crédito chegue e que a economia local respire.

Esse é o verdadeiro protagonista do Banco: o trabalhador (a).

Foi olhando para essa realidade, e não para planilhas frias dentro de um gabinete, que a nossa AFBEPA esteve, na terça e quarta-feira, 10 e 11 de março, nas agências de Cachoeira do Piriá, Santa Luzia do Pará, Bonito, Nova Esperança do Piriá, Garrafão do Norte e Capitão Poço.

Entre estradas cercadas de verde, rios silenciosos e cidades que crescem no nordeste paraense, uma certeza ecoa em cada conversa dentro das agências: quem sustenta o Banco todos os dias não pode aceitar que o seu valor seja reduzido a números tímidos numa mesa de negociação.

Hoje, no Brasil, viver com dignidade custa caro.

Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), o salário mínimo necessário para sustentar uma família de quatro pessoas deveria ser de aproximadamente R$ 7.156,15, quase cinco vezes mais que o salário mínimo oficial.  

Esse cálculo considera alimentação, moradia, saúde, educação, transporte, vestuário e lazer, ou seja, o mínimo necessário para uma vida digna.

Na prática, uma família média precisa lidar, mês após mês, com despesas que não param de subir:

• Alimentação básica: R$ 1.000 a R$ 1.500
• Energia elétrica: R$ 250 a R$ 400
• Internet e telefone: R$ 120 a R$ 200
• Transporte ou combustível: R$ 500 a R$ 900
• Moradia (aluguel ou financiamento): R$ 1.500 a R$ 3.500
• Educação, saúde e despesas diversas: R$ 1.000 a R$ 2.500

Ou seja: para viver, não apenas sobreviver, uma família brasileira precisa ter de salário algo entre R$ 5 mil e R$ 7 mil por mês.

E essa conta não inclui luxo.

Inclui Dignidade.

Enquanto o custo de vida sobe para quem trabalha, o sistema financeiro segue registrando lucros históricos.

• Em 2022, os grandes Bancos brasileiros tiveram lucros superiores a R$ 106 bilhões.
• Em 2024, os quatro maiores Bancos do país alcançaram R$ 108,2 bilhões de lucro, o maior resultado da história do setor.

Entre os resultados individuais:

• O Itaú Unibanco registrou R$ 40,2 bilhões de lucro em 2024, o maior lucro já registrado por um Banco brasileiro.  

Ou seja: enquanto o trabalhador (a) enfrenta inflação no supermercado, na energia, no aluguel e no combustível, o sistema financeiro segue acumulando resultados bilionários ano após ano.

Diante dessa realidade econômica, surge a pergunta inevitável:

é justo aceitar um ganho real de 0,5%, 0,6% ou 0,7%?

Percentuais que, na prática, não alteram a realidade de quem trabalha todos os dias para fazer os Bancos lucrarem.

 Aceitar esses "ganhos reais rebaixadíssimos" é admitir que o esforço do trabalhador (a) para fazer os lucros dos Bancos não vale nada!

É aceitar que o protagonismo do trabalhador (a) seja reduzido a migalha.

E quem conhece a história da nossa categoria sabe:

Os empregados (as) do Banpará são muito maiores do que isso. Por isso os nossos NÃOS EM 2024 À CCT/FENABAN.

É com esse espírito que a AFBEPA percorre o Estado.

Não apenas para visitar agências, mas para fortalecer algo essencial: a nossa unidade.

Cada conversa nas agências, cada escuta, cada encontro tem um propósito claro: nos prepararmos para uma campanha salarial que esteja à nossa altura.

A história mostra que direitos não surgem do acaso.

Eles surgem da nossa mobilização.
Da nossa Luta.

Sem submissão.
Sem apequenamento.
Sem aceitar que empurrem para o funcionalismo acordos que não refletem a realidade de quem trabalha.

Porque quando o trabalhador(a) é protagonista, a negociação precisa respeitar essa grandeza.

E é exatamente por isso que a nossa Associação segue firme: combativa, presente e preparada para lutar por uma campanha salarial justa para cada empregado e empregada do Banpará.

Confira as fotos

Ag. Cachoeira do Piriá 


Ag. Santa Luzia do Pará 



Ag. Nova Esperança do Piriá



Ag. Garrafão do Norte


Ag. Capitão Poço



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